Financeiro – Capital Empreendedor https://blog.capitalempreendedor.com.br Capital Empreendedor Sun, 24 May 2026 21:46:39 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.1 https://blog.capitalempreendedor.com.br/wp-content/uploads/2024/09/cropped-653a639d56749aaa6b7d872d_favicon-32x32.png Financeiro – Capital Empreendedor https://blog.capitalempreendedor.com.br 32 32 Ferramentas de finanças: conheça as 5 principais para sua empresa https://blog.capitalempreendedor.com.br/ferramentas-de-financas-conheca-as-5-principais-para-sua-empresa/ Sun, 24 May 2026 21:46:39 +0000 https://blog.capitalempreendedor.com.br/ferramentas-de-financas-conheca-as-5-principais-para-sua-empresa/

O surgimento de novas empresas aumentou a competitividade na maioria dos setores. Por isso, encontrar meios de tornar sua organização mais eficiente e lucrativa é uma necessidade cada vez mais urgente. Nesse quesito, contar com boas ferramentas de finanças é uma excelente alternativa para otimizar seus recursos.

O aspecto monetário de qualquer negócio é fundamental para que sua marca tenha renda suficiente para investir, qualificar o time e melhorar sua infraestrutura. Tudo isso contribui para que o consumidor tenha uma experiência ainda melhor e se mantenha fidelizado.

Se você quer saber como usar algumas ferramentas financeiras para alcançar esse objetivo, continue a leitura e confira nosso post!

Qual a importância do controle financeiro na empresa?

Desenvolver recursos para efetuar o controle financeiro permite que sua equipe utilize os recursos de maneira otimizada e não haja desperdícios durante a execução das atividades cotidianas.

Esse tipo de cuidado contribui para identificar os gargalos da empresa e quais são os setores mais eficientes em suas tarefas. Assim, é possível seguir por um caminho de ajustes que pode tornar seu negócio mais rentável no longo prazo.

Portanto, vale conhecer os principais recursos que servem para identificar, mapear e registrar os fluxos financeiros em sua corporação.

Quais as 5 principais ferramentas para fazer o controle financeiro?

Contar com boas ferramentas pode ajudar a otimizar o controle financeiro do negócio. Existem alternativas gratuitas que exigem mais esforço e outras que permitem automatizar várias atividades e lançamentos. Assim, conheça a seguir cada uma delas e compreender qual se encaixa melhor.

1. Aplicativos

Uma das possibilidades para fazer o controle financeiro de modo eficiente e lançar entradas e saídas do negócio são os aplicativos. Por meio deles, você consegue ter todas as informações da empresa na palma da sua mão.

Além disso, há alternativas que permitem fazer a integração com o banco. Assim, com as movimentações acontecendo, o sistema já faz as atualizações. Há também opções que podem ajudar a separar as contas pessoais das da companhia, trazendo mais profissionalismo ao seu estabelecimento.

2. Planilhas

As tradicionais planilhas também podem ser usadas com a intenção de melhorar o controle financeiro. Além disso, elas podem ajudar a manter o fluxo de caixa em dia e acompanhar todas as movimentações que acontecem em sua organização.

Porém, é necessário investir um bom tempo para atualizá-las, dado que os lançamentos, em geral, são feitos manualmente. Além disso, é possível cometer equívocos que vão atrapalhar suas análises. Assim, vale ter atenção quando escolher essa opção.

3. Agendas

As agendas também representam uma possibilidade para manter o controle financeiro do negócio em dia. Por meio de anotações, você consegue ter mais consciência das saídas e dos dias nos quais tem que pagar contas.

Assim, evita-se perder datas importantes e não tem que ficar pagando juros e multas das compras realizadas pela empresa. Há ainda opções digitais que permitem o encaminhamento de lembretes a fim de lhe ajudar na hora de manter sua organização em pleno funcionamento.

4. Extratos

Acompanhar os extratos da sua conta é outra alternativa para fazer o controle financeiro do seu negócio e manter tudo sob controle. Por meio dele, você consegue entender para quais lugares o dinheiro da companhia está indo.

Além disso, você tem consciência sobre as entradas e com relação à situação financeira do seu estabelecimento. Isso significa maior controle e mais tempo para tomar decisões e corrigir possíveis equívocos.

5. Softwares

Com o aumento de soluções tecnológicas, é comum ter inovações importantes para ajudar na gestão financeira da empresa. Nesse sentido, o uso de softwares de gerenciamento representa uma excelente ferramenta.

Por meio dele, é possível automatizar muitas atividades manuais e ter acesso a relatórios que vão ajudar no processo de tomada de decisão, além de contar com um importante aliado na hora de encontrar potenciais gargalos. Com isso, você consegue reduzir custos e aumentar a lucratividade. Veja mais benefícios de ter boas ferramentas a seguir!

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Quais as vantagens de contar com essas ferramentas?

Conhecer e aplicar as principais ferramentas de controle financeiro pode gerar muitas vantagens para sua organização. Assim, você deixa os concorrentes para trás e consegue se diferenciar, aumentando a lucratividade. Quer saber mais sobre os benefícios dessas ferramentas? Veja a seguir!

Tenha mais clareza

Ao utilizar as ferramentas listadas anteriormente, sua empresa consegue ter uma visão mais clara sobre a atual situação do negócio. Isso faz com que ajustes sejam implementados e melhorias colocadas em prática. Com isso, você evita custos muito altos e consegue encontrar soluções inovadoras para otimizar as vendas e manter a saúde financeira em dia.

Melhora a tomada de decisão

Por meio da observação desses dados, também é possível corrigir o processo de decisão da marca e fazer escolhas com base nos dados. Isso traz mais inteligência para o negócio e evita erros que prejudicam o desenvolvimento da corporação. Além disso, tais cuidados com o aspecto financeiro também evitam o surgimento de dívidas e a necessidade do capital de terceiros para manter o negócio em funcionamento.

Minimiza custos

A redução de custos ocorre de uma maneira direta ao implementar recursos de controle financeiro. Quando se conhece para onde vai o dinheiro da empresa, é possível entender quais tipos de despesas são ou não bem aplicadas. Dessa forma, ao contar com softwares, por exemplo, você consegue identificar quais as principais legendas de gastos do negócio e criar meios para minimizar tais despesas.

Aumenta a margem de contribuição

Por meio de boas soluções, é possível entender quais são os produtos mais lucrativos, encontrar os gargalos de custos e, consequentemente, aumentar a margem de contribuição do negócio. Logo, vale a pena investir em boas soluções.

Viu como as ferramentas de finanças são imprescindíveis para que sua empresa se torne competitiva e capaz de conquistar mais espaço em seu mercado? Ao utilizar os recursos listados acima, você pode implementar pequenas mudanças que devem levar a uma trajetória positiva de crescimento e aumento dos lucros. Portanto, não perca mais tempo e comece a investir nesses recursos agora mesmo!

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Falta de capital de giro: quais são os impactos e como resolver o problema? https://blog.capitalempreendedor.com.br/falta-de-capital-de-giro-quais-os-impactos-e-como-resolver-o-problema/ Sun, 24 May 2026 09:12:40 +0000 https://blog.capitalempreendedor.com.br/falta-de-capital-de-giro-quais-os-impactos-e-como-resolver-o-problema/ A falta de capital de giro pode comprometer seriamente o bom funcionamento de um negócio e, por isso, não pode ser negligenciada. Logo, é preciso saber o que é o capital de giro e como ele deve funcionar da maneira correta. Entre tantas obrigações que um empreendedor deve cumprir, pode ser um pouco confuso entender sobre o tema.

Pensando nisso, preparamos este artigo para que você saiba o que é o capital de giro, quais são os impactos que a falta desse ativo pode gerar e quais são as maneiras de evitá-la. Não deixe de conferir!

O que é capital de giro

O capital de giro é a quantidade total de recursos necessários para que as atividades cotidianas de uma empresa sejam desempenhadas. Em uma linguagem técnica, o capital de giro é a diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante.

Em um cálculo básico, o capital de giro é a diferença entre o dinheiro e os bens que a empresa tem, menos o recurso necessário para que todas as despesas sejam quitadas. Essas despesas podem ser: despesas fixas, gastos para comercialização dos produtos, pagamentos de fornecedores, e muito mais.

Qual é a importância do capital de giro para as empresas?

Ter um bom capital de giro na empresa é fundamental para protegê-la contra imprevistos e assegurar que haja recursos para honrar os compromissos financeiros assumidos. Por meio dos valores em caixa, por exemplo, consegue-se manter os pagamentos dos fornecedores em dia, mantendo uma boa relação com eles.

Além disso, evita-se o pagamento de juros e multas devido a atrasos que são causados por diferenças de prazos de recebimento das vendas a prazo e quitação das dívidas que foram jogadas para frente.

Quais são as causas mais comuns para a falta de capital de giro?

Há causas que geram maior propensão de fazer com que a sua organização fique sem capital de giro. Com o conhecimento delas, é possível se preparar para evitar problemas quando ocorrerem. Veja mais sobre as principais, a seguir.

Baixa nas vendas

Períodos que apresentam queda nas vendas tendem a gerar uma diminuição nas receitas que entram no caixa do negócio. Caso as saídas programadas se mantenham constantes, esse fator gera falta de capital de giro.

Para combater esse problema, é válido investir em análise de dados para identificar períodos em que o seu negócio sofre com baixas demandas. Além disso, é importante fazer um caixa em momentos em que a sazonalidade é favorável.

Gestão ineficiente

Uma gestão ineficaz na empresa também tende a gerar falta de capital de giro. Por exemplo, ao misturar as contas pessoais com as da organização, você tira valores do caixa da empresa e não consegue identificar porque estão faltando recursos.

O mesmo acontece com a falta de um fluxo de caixa organizado. Essa ferramenta permite visualizar as entradas e saídas de dinheiro do negócio. Assim, é possível fazer ajustes que vão auxiliar a reduzir custos e aumentar as receitas, evitando a falta de capital de giro.

Rápido crescimento

O crescimento acelerado da empresa pode significar uma série de desafios que precisam ser superados para assegurar uma expansão tranquila e sustentável financeiramente. Por exemplo, a aquisição de materiais para atender a alta demanda gera custos que, se não bem gerenciados, podem fazer a companhia pagar juros altos e comprometer o fluxo de caixa.

Imprevistos

Por fim, vale mencionar os imprevistos que surgem e atrapalham a demanda ou geram custos inesperados. Um exemplo recente dessa situação foi a pandemia, que fez com que as empresas tivessem que fechar as portas, fazendo as entradas de dinheiro caírem.

Como sempre existem pagamentos a serem efetuados aos credores, esse cenário leva a uma necessidade de capital de giro que não há no caixa. Assim, as alternativas são contratar empréstimos ou ter um caixa para ocasiões como essas.

Quais são os impactos da falta de capital de giro?

Por se tratar de um recurso fundamental para a saúde financeira de um empreendimento, o capital de giro deve ser tratado com bastante seriedade. Afinal, caso seja negligenciado, existem diversos impactos que afetam negativamente a empresa e podem resultar no fechamento do negócio.

Veja alguns deles a seguir.

Crescimento limitado

Para que uma empresa cresça, ela precisa estar com o capital de giro em dia. Afinal, para atender novos clientes e aumentar a parcela de mercado, é preciso expandir o negócio, contratar novas ferramentas e funcionários. A falta de capital de giro impede que um empreendimento adquira o que é necessário para o seu crescimento.

Dificuldade para atrair investidores

Sem o correto gerenciamento do capital de giro, atrair novos investidores pode se tornar uma tarefa impossível. Um saldo negativo indica aos investidores que as chances de conquistar o retorno sobre o investimento estão comprometidas. Ou seja, se torna um negócio de alto risco e pouco atrativo.

Falhas nas operações diárias

Sem o capital de giro, a capacidade de financiar as atividades diárias e o bom andamento do negócio são prejudicados. A empresa fica desprotegida caso alguns imprevistos aconteçam, ficando incapacitada de transformar ativos de curto prazo em dinheiro.

Como evitar a falta de capital de giro

Como você pode perceber, o capital de giro é fundamental para a saúde financeira de uma empresa. Portanto, é preciso estar atento às maneiras de evitar a falta de capital de giro. A seguir, mostraremos algumas dicas para garantir que o capital de giro esteja positivo.

Incentivar recebíveis

Uma boa maneira é incentivar os clientes a realizarem os pagamentos à vista. Reduzir a inadimplência e aumentar o poder de caixa é estratégia fundamental. Avaliar os bons pagadores e oferecer vantagens competitivas é uma boa maneira de incentivar recebíveis.

Gerenciar inventário

Uma má gestão do estoque pode ser um fator para o fracasso. Antes de comprar novos produtos, é preciso se certificar de que não estão mais disponíveis no estoque e que existe de fato uma grande procura por esses produtos.

Contratação de empréstimo

Em muitos casos, a empresa pode contar com serviços especializados de soluções de crédito para auxiliar o negócio no seu correto funcionamento. Existem diversas soluções que podem ser extremamente eficientes para a recuperação de uma empresa.

O capital de giro não pode ser negligenciado em uma empresa, pois isso pode causar o mau andamento do negócio e gerar transtornos que comprometam a empresa no geral. Crescimento limitado, dificuldade para atrair investidores e falhas nas operações diárias são alguns desses transtornos.

Como melhorar o gerenciamento do capital de giro?

O uso de ferramentas para fazer a gestão do fluxo de caixa podem ajudar na hora de gerenciar melhor o capital de giro da empresa. Por meio delas, é possível identificar gargalos e implementar melhorias.

Além disso, vale negociar prazos de pagamentos com os credores e tentar incentivar os consumidores a comprar à vista por meio de descontos estratégicos. Acompanhar os dados com frequência, buscando identificar oportunidades, também é muito importante.

Ao entender quais são as estratégias que evitam que a empresa tenha falta de capital de giro, a tendência é que a gestão financeira do negócio melhore e que seja possível aumentar os lucros. Além disso, sempre que pertinente, busque soluções de crédito com bom custo-benefício.

Quer saber mais sobre as principais soluções de crédito disponíveis no mercado? Se sim, fale agora mesmo com a nossa equipe e não tenha mais dúvidas!

Falta de capital de giro

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Custo efetivo total (CET): quais são os verdadeiros custos de um empréstimo para pequenas empresas https://blog.capitalempreendedor.com.br/custo-efetivo-total/ Thu, 07 May 2026 00:31:30 +0000 https://blog.capitalempreendedor.com.br/custo-efetivo-total/

Neste artigo

Você precisa de dinheiro para administrar o capital de giro e fazer seu negócio crescer? Nesses casos, o empréstimo pode ser uma boa saída, desde que você esteja atento ao custo efetivo total (CET) da operação de crédito.

Muitas vezes, o empreendedor se concentra apenas no valor das parcelas e taxa de juros e se esquece de outras despesas que aparecem em letrinhas miúdas nos contratos e nem sempre são apresentadas claramente pelas financeiras no momento de oferta do empréstimo.

Neste artigo, você vai conhecer um pouco mais sobre o CET, como calcular esse custo efetivo total e aprender por que ele precisa ser considerado no momento de escolher o empréstimo. Assim, você vai conseguir encontrar o crédito correto sem precisar comprometer a saúde financeira de seu negócio. Vamos lá?

Afinal, o que é custo efetivo total?

Ele corresponde à soma de todas as despesas que sua empresa deve pagar sempre que contrata algum empréstimo. Além das pequenas empresas, ele é utilizado nos contratos ou ofertas às pessoas físicas.

Desde 2007, por meio de uma resolução do Banco Central do Brasil (BACEN), todas as instituições de crédito são obrigadas a informar o CET e o seu cálculo ao interessado no empréstimo.

Essa medida teve como objetivo tornar as operações de crédito mais transparentes para quem precisa recorrer a esse suporte financeiro.

O que está incluso no CET?

O maior custo efetivo total de qualquer operação de crédito cobrada pela instituição financeira é a taxa de juros. No entanto, ela não é a única despesa a ser paga.

O empréstimo inclui custos que podem variar de uma financeira para outra, mas, em geral, incluem os seguintes gastos.

Custo efetivo total: Capital empreendedor
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Taxas de juros remuneratórios

Também conhecidos como juros compensatórios, eles correspondem ao valor que você paga à instituição credora como compensação ou remuneração sobre o dinheiro emprestado.

Cada financeira pode estipular a porcentagem desses juros. No site do (BACEN), você encontra as taxas médias de juros remuneratórios utilizadas no mercado.

Tarifa de cadastro

Também chamada de taxa de análise de crédito, essa tarifa é cobrada nas situações em que a instituição financeira realiza uma pesquisa em base de dados e informações cadastrais no momento da contratação do crédito.

Ela serve para apresentar um perfil financeiro da sua empresa e pode resultar em taxas de juros diferenciadas, considerando o risco de inadimplência e prazo para pagamento do empréstimo, por exemplo.

Imposto sobre operação financeira (IOF)

Como o próprio nome indica, ele é um tributo cobrado em qualquer tipo de operação de crédito, seguro, câmbio ou títulos e valores imobiliários.

A taxa cobrada nessas situações é de 0,38% acrescida de uma alíquota diária variável conforme o tipo de transação.

Os empréstimos, por exemplo, têm um IOF de 3% ao ano, ou 0,0082% ao dia, calculados no momento de liberação do crédito com base no valor do crédito concedido e no prazo da operação.

Seguro

Algumas financeiras cobram uma taxa de seguro para que haja uma cobertura do valor devido em situações nas quais o devedor fica impossibilitado de pagá-la.

Outras tarifas e tributos

Aqui entram despesas que variam de uma instituição financeira para outra e incluem também outros custos de responsabilidade do cliente, ainda que sejam relativos ao pagamento de serviços de terceiros que foram contratados pelo credor, como comissões.

Além do valor em reais de cada um dos componentes do CET, esse cálculo também deve incluir os respectivos valores percentuais em relação ao valor total devido.

Como calcular esse custo?

O cálculo do custo efetivo é feito por uma equação um pouco complexa de matemática financeira, também presente na resolução de 2007. De modo simplificado, ele leva em consideração:

  • o valor do crédito concedido, deduzidas as despesas e tarifas pagas antecipadamente;
  • os valores cobrados, que incluem amortizações, tarifa de cadastro, seguro, os juros e demais tributos;
  • o intervalo entre o dia do desembolso inicial do empréstimo e a data de pagamento das parcelas definido em dias corridos;
  • o prazo do contrato, também descrito em dias corridos;
  • a data do pagamento das parcelas cobradas;
  • data da liberação do empréstimo pela instituição financeira.

Imagine, por exemplo, que você pretende realizar a contratação de um crédito de mil reais a uma taxa de juros de 12% ao ano, o que corresponderia a 0,95% ao mês

Além dos juros, há outros valores cobrados nesse financiamento, como R$ 5 de IOF; R$ 5 de seguro e outras tarifas que somam R$ 50. O prazo da contratação seria de 151 dias, sendo que o crédito seria liberado em 2 de janeiro de 2020 e o pagamento da primeira de 5 parcelas seria realizado no dia 2 de fevereiro de 2020.O custo efetivo total dessa transação seria de 44,05%, o equivalente a 3,09% ao mês.

Observe que, se você se concentrasse apenas nos 12% da taxa de juros, não estaria identificando todos os custos desse empréstimo.

Por que sua empresa precisa conhecer o CET?

Você sabe que para administrar uma empresa é necessário um grande planejamento financeiro. Por isso, quando você decide contratar um empréstimo para o seu negócio, você precisa encontrar uma alternativa que não coloque em risco suas obrigações, tampouco o pagamento das parcelas.

Durante as simulações de crédito você pode consultar o custo efetivo total de cada oferta e comparar os encargos de cada instituição financeira, escolhendo a melhor opção para sua empresa.

Além disso, ciente de todas as despesas da oferta de crédito você pode, por exemplo, utilizar o CET para negociar ou reduzir juros e parcelas cobrados pelo credor.

Também consegue identificar discrepâncias e cobranças indevidas entre a oferta e o contrato.

Como consultar esses valores?

Ainda de acordo com o Banco Central, o custo efetivo total deve constar tanto na proposta quanto no contrato de crédito. Mas você viu que cada instituição pode apresentar diferentes tributos?

Imagine o tempo necessário entre contatar cada uma delas e analisar as tarifas até encontrar a solução ideal para o seu negócio?

Se você prefere contar com o apoio de especialistas no assunto, a Capital Empreendedor é perfeita para ajudar você na contratação de crédito para sua empresa. Ela acessa e compara para você as melhores taxas de juros nas linhas de crédito das principais instituições financeiras.

Neste artigo, você descobriu como o custo efetivo total é importante no momento de contratar o crédito para sua pequena empresa. Conhecer cada uma das tarifas que o compõem permite a você contratar um empréstimo sem comprometer a saúde financeira do seu negócio.

E não deixe de entrar em contato com a Capital Empreendedor.

A tecnologia da nossa plataforma utiliza algorítmicos para encontrar o melhor financiamento para sua empresa.

Agora que você conhece os custos reais de um empréstimo, que tal saber um pouco mais sobre opções de financiamento?

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Como saber se minha empresa esta endividada? https://blog.capitalempreendedor.com.br/empresa-esta-endividada-2025/ Sun, 26 Apr 2026 01:20:35 +0000 https://blog.capitalempreendedor.com.br/como-saber-se-minha-empresa-esta-endividada/

Neste artigo

“Como saber se minha empresa está endividada?” é um questionamento que, provavelmente, todo empreendedor um dia já se fez. A resposta constitui um dado importante sobre a saúde financeira da organização e deve sempre ser atualizado.

Existem meios de obter essa informação até de forma rotineira. Para esse fim, você pode utilizar indicadores próprios que permitem avaliar a realidade existente.

Quer saber mais? Continue a leitura e descubra como saber se sua empresa está endividada.

Qual a importância dos indicadores de endividamento?

Indicadores de endividamento são parâmetros que mostram, de forma analítica, a condição financeira de uma empresa, mais especificamente, como estão suas dívidas. São ferramentas importantes para orientar o gestor, assim como para permitir uma avaliação pelas instituições financeiras como as operadoras de crédito.

Desse modo, esses indicadores são utilizados para que sócios e administradores saibam se a dívida está em condição administrável ou se a situação está se tornando muito arriscada. Existem diferentes tipos de indicadores para esse fim.

Para a organização, é importante que estejam relacionados ao potencial de geração de caixa da empresa, assim como para você e sua própria capacidade de gestor para enfrentar situações onerosas. Para ser capaz de tomar decisões importantes na empresa, é preciso manter esses indicadores atualizados.

Como saber se a empresa está endividada?

O fato de haver dívidas, por si, não constitui um aspecto negativo da empresa nem pesa pejorativamente contra ela. Na verdade, a dívida pode ser positiva, como o resultado de um financiamento ou de um empréstimo tomado para que a organização cresça e amplie seus negócios.

O que deve chamar a atenção do gestor e ser motivo de atenção e cuidado é o crescimento do endividamento e a não observação dos indicadores pertinentes. Situações assim, se permanecerem ao longo do tempo, podem levar a empresa à insolvência e até à falência.

Um indicador que pode ser utilizado para se avaliar a condição da empresa é o Índice de Endividamento Geral (EG). Trata-se do valor obtido pela soma de todo o capital de terceiros utilizado (PASSIVO), dividido pelo total dos ativos da organização (ATIVO). O cálculo pode ser representado assim:

EG = (PASSIVO / ATIVO) X 100

Dessa forma, o resultado é obtido em percentual (%). Quanto maior, mais comprometido está o capital da empresa e, como resultado, maior o risco de se ver em situação de inadimplência.

Não existe um número de ouro que seja um limite absoluto para o percentual de endividamento de uma empresa. No entanto, as instituições financeiras, principalmente os bancos, consideram um endividamento normal abaixo de 30% para fins de análise de concessão de crédito.

Cada segmento tem os seus aspectos operacionais e econômicos e, portanto, os riscos são realmente diferentes. Mas, de maneira geral, uma empresa pode considerar um índice em torno de 15% para o seu EG como bastante razoável e sadio.

O que fazer diante do endividamento da empresa?

Se você avaliar o EG de sua empresa e considerá-lo alto em razão de uma dívida considerável, existem medidas que podem ser tomadas para evitar uma condição ainda pior. Na verdade, com uma gestão disciplinada, é possível alterar essa realidade e promover uma reestruturação financeira. Acompanhe!

Faça um balanço das contas

Essa é uma medida lógica, de caráter inicial, para que você compreenda exatamente o que está acontecendo. Com um balanço você consegue avaliar a situação das receitas e das despesas que não estão fechando.

Identifique os motivos do endividamento

A partir da análise dos dados fornecidos pelo balanço, é possível identificar as origem endividamento da empresa. Essa informação é indispensável para a adoção de outras medidas com o fim de reduzir o endividamento, sobretudo a avaliação de cortes nas despesas.

Realize um corte de gastos

Se as despesas estão sendo maiores do que a arrecadação a ponto de fazer crescer as dívidas da organização, alguns cortes serão necessários. No entanto, é preciso agir de forma planejada e muito bem-organizada, considerando, entre outros, aspectos como:

  • quitação de tributos;
  • folhas de pagamento;
  • pagamento de fornecedores;
  • investimentos;
  • custos fixos.

Faça um empréstimo e saia das dívidas

Um empréstimo pode ser a solução para o endividamento da empresa com uma boa linha de crédito. Você pode conseguir reduzir o valor para a quitação, pode trazer o valor da parcela do novo compromisso para patamares que consiga administrar e ainda reunir a maior parte, senão todas as dívidas, em uma só.

Como a Capital Empreendedor pode auxiliar nesse processo?

A Capital Empreendedor é fruto da tecnologia: uma plataforma que utiliza algoritmos para encontrar o melhor financiamento para sua empresa, independentemente do segmento em que você atuar. Assim, não se trata de uma instituição financeira, mas de uma parceira que facilita a descoberta da opção de crédito com as melhores propostas.

O portal da Capital Empreendedor, além de encontrar as melhores opções, facilita as coisas para sua empresa por meio de serviços de apoio administrativo e preparo de documentos. Nesse sentido, você faz a contratação de crédito diretamente com a instituição financeira com as propostas que julgar mais adequadas.

Nessa parceria, não há cobrança antecipada de taxas pela Capital Empreendedor. A taxa de sucesso da liquidação do crédito será baseada no montante disponibilizado para sua empresa. Também não são taxas abusivas nem há prazos extensos. Afinal, você está em busca de uma solução.

É importante você saber que a Capital também tem como seus próprios parceiros mais de 360 instituições financeiras, prontas para entregar a melhor proposta de crédito do mercado. Como uma fintech credenciada à plataforma Canal MPME do BNDES, está pronta para atender empreendedores de todo o Brasil.

Como você pôde ver, a resposta ao questionamento “Como saber se minha empresa está endividada?” é, sobretudo, o emprego de indicadores apropriados para esse fim. Ao mesmo tempo, existem iniciativas que você pode tomar no sentido de buscar equilíbrio nas contas da empresa, de modo a reduzir a situação de endividamento em que seus negócios se encontrarem.

Descubra tudo o que uma parceria com a Capital Empreendedor pode fazer para auxiliá-lo na solução das questões financeiras que sua empresa pode estar enfrentando. Você pode entrar em contato conosco agora mesmo.

Endividada: Capital empreendedor
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O que fazer para sair da inadimplência? Confira 7 possibilidades! https://blog.capitalempreendedor.com.br/como-quitar-inadimplencia-empresa/ Fri, 24 Apr 2026 23:51:07 +0000 https://blog.capitalempreendedor.com.br/como-quitar-dividas-da-empresa/

Neste artigo

Confira 7 ações para sair da inadimplência

Um dos grandes desafios enfrentados pelos líderes empresariais é saber desenvolver uma boa gestão financeira e se livrar da situação prejudicial da inadimplência. Principalmente na fase inicial de um empreendimento, quando o orçamento é mais limitado, a inadimplência pode se tornar um enorme problema, afetando de forma direta o seu crescimento e as chances de sobreviver no mercado.

Portanto, é muito importante que gestores e empresários estejam cientes do impacto da gestão financeira nos rumos do desenvolvimento da empresa e busquem sempre informações e melhorias nesse sentido, para que tenham mais conhecimento e capacidade de lidar com a situação.

Considerando a relevância do assunto no ambiente dos negócios, elaboramos este artigo com 7 possibilidades para sair da inadimplência e desenvolver uma gestão financeira eficaz dentro da empresa. Continue a leitura para saber mais!

1. Identificar o que causou o problema

O que fez com que o endividamento da empresa prejudicasse seriamente o seu negócio?

Identificar a base financeira que não foi controlada é o primeiro passo para voltar ao normal. Portanto, devemos primeiro diagnosticar a dívida para tomar a decisão certa para corrigir esses problemas.

Um bom começo é verificar em detalhes todos os valores que vão e vêm e as datas em que ocorrem. Por meio dessa análise, é possível descobrir onde está a “brecha”, ou seja, onde o dinheiro “vaza”. Somente assim você e sua equipe podem descobrir como começar a resolver problemas desenvolvendo um novo plano financeiro de negócios.

2. Verificar o fluxo de caixa

O fluxo de caixa ajudará os gestores a entender com mais precisão o que são despesas e receitas e como elas ocorrem no negócio.

A falta de controle de caixa é, inevitavelmente, um dos fatores que fazem com que a empresa, eventualmente, perca dinheiro ou descubra que está assumindo dívidas.

À medida que o fluxo de caixa diário é atualizado, será mais fácil determinar quais departamentos podem reduzir despesas ou métodos de previsão de crédito. Além disso, essa é a forma mais eficaz de compreender a real situação financeira da empresa.

3. Criar metas possíveis

Para entender bem como os recursos financeiros são utilizados, é importante que os resultados financeiros alcancem o que foi esperado.

Isso porque se o objetivo é equilibrar o orçamento, o dinheiro deve ser gasto de forma mais estratégica, priorizando as atividades e fazendo os cortes necessários.

Vale lembrar que, antes de decidir o que será cortado, é prudente fazer uma análise criteriosa para que não faltem investimentos em áreas-chave da empresa (como a compra de insumos). Não vale a pena usar ferramentas que costumam trazer resultados positivos para a empresa (como marketing) ou que ajudam a aumentar a produtividade dos funcionários.

4. Detalhar todas as dívidas

Se o intuito da empresa é se livrar da inadimplência, você deve primeiro entender os desafios a enfrentar.

Ou seja, antes de qualquer decisão, é altamente recomendável que gestores e líderes detalhem o endividamento, mesmo que possam ter uma concepção mais específica da real situação financeira da empresa.

Esse é um passo importante, porque diferentes medidas podem ser tomadas, dependendo da natureza da dívida. Por exemplo, se uma empresa tem dívidas pendentes no departamento fiscal, existem procedimentos para pagar impostos e dívidas fiscais. Essa pode ser uma alternativa interessante para evitar a deterioração da dívida.

Por outro lado, se houver dívida com alguma instituição financeira, pode-se buscar negociação de prazos, redução de juros ou mesmo parcelamento. É importante analisar cada opção corretamente para evitar que a empresa volte a se endividar.

5. Empréstimo para renegociação de dívidas

Uma boa opção para amortizar as dívidas de forma mais rápida é fazer um empréstimo para renegociar os pagamentos com os credores.

Para isso, primeiro avalie as condições e possibilidades que se adequam melhor à situação financeira do seu negócio. Procure por marketplaces de crédito, fintechs ou instituições financeiras que possam te oferecer boas vantagens e oportunidades para honrar suas necessidades.

Busque por informações através de uma fonte segura da própria instituição credora do crédito (site oficial, rede social verificada). Assim, você evita uma nova dívida e qualquer possibilidade de fraude ou golpes.

Além disso, dependendo do orçamento do seu negócio e da possibilidade de quitar dívidas, você pode parcelar ou solicitar prorrogação. Não se esqueça que, após a renegociação, a dívida deve ser paga sem atrasos para evitar ameaças à reputação da empresa.

Também é necessário avaliar criteriosamente os juros cobrados e analisar a melhor forma de obter recursos para liquidação de dívidas sem causar mais danos à empresa. No processo de renegociação, alguns princípios devem ser utilizados para evitar que a imagem da empresa fique prejudicada, tais como transparência, comunicação efetiva e trabalho em conjunto para encontrar a solução dos problemas.

6. Separar os gastos pessoais e empresariais

Isso é básico em toda empresa, mas se pensarmos em como sair da inadimplência, vale sempre a pena lembrar.

As contas pessoais devem ser devidamente separadas das contas corporativas para evitar a tendência de “sequestro” de reservas empresariais para pagar suas próprias dívidas.

Embora esse comportamento seja comum, é muito prejudicial à saúde da empresa. É preciso exercer um controle estrito entre as finanças pessoais e corporativas, também para que os gastos em casa não afetem os negócios e vice-versa.

7. Fazer um planejamento financeiro

Durante o processo de resolução dos problemas, os gestores devem assumir posições de comando com mais eficácia e tomar decisões que ajudarão a empresa a sair da inadimplência e retomar o caminho para a saúde financeira.

Ao renegociar a dívida e remediar a situação, o empresário precisa começar a pressionar por mudanças para que a empresa não entre mais em dificuldades financeiras.

Para tanto, uma ação planejada é sempre o melhor caminho. O direcionamento é planejar o futuro do negócio, considerando os desafios e oportunidades que podem surgir. As principais variáveis ​​devem ser consideradas nesse plano, pois isso pode evitar decisões repentinas ou acidentes no meio do caminho.

Se sua empresa começar a usar tecnologia para administrar seus negócios, isso simplificará muito o controle financeiro. Existem bons planos de gestão financeira e de desenvolvimento de fluxo de caixa no mercado, que ajudam a controlar e evitar o endividamento.

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Conheça nossas linhas de crédito!

Compreender como sair da inadimplência, usar as ferramentas adequadas para manter a empresa no caminho certo e evitar problemas futuros são processos importantes para manter a gestão financeira da empresa atualizada.

Gostou do conteúdo? Entre em contato conosco agora mesmo para conhecer nossas soluções!

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‍O que é portabilidade de empréstimo e quando é indicado fazer? https://blog.capitalempreendedor.com.br/como-fazer-portabilidade-de-emprestimo/ Mon, 16 Mar 2026 13:35:22 +0000 https://blog.capitalempreendedor.com.br/como-fazer-portabilidade-de-emprestimo/ Quando e como fazer a portabilidade de crédito?

Você sabia que uma dívida pode ser transferida de uma instituição financeira para outra por meio da chamada portabilidade de empréstimo?

Imagine que você precisa contratar um empréstimo de emergência para arcar com um imprevisto de compra de maquinário que surgiu. Na pressa, você não presta muita atenção nas taxas de juros, nem tem tempo de fazer uma pesquisa em outras instituições. Depois de algum tempo, você descobre que em outro banco os juros são menores para o mesmo valor do contrato.

Sabia que esse empréstimo ou financiamento pode ser repassado para a nova instituição com a menor taxa de juros por meio da portabilidade de empréstimo? Continue a leitura do post e entenda tudo a respeito!

O que é a portabilidade de empréstimo?

Criada pelo Banco Central do Brasil em 2013 para aumentar a competição entre os bancos, a portabilidade de empréstimo é a capacidade de transferir dívidas de empréstimos de um banco para outro. Isso pode ser feito a qualquer momento por iniciativa do contratante e por motivos como qualidade do serviço e taxas de juros da dívida.

O escopo da portabilidade de empréstimo inclui qualquer modalidade de empréstimo ou financiamento: cheque especial, consignado, crédito pessoal, financiamento de veículos ou imóveis, entre outros. Para quem consegue um empréstimo, a portabilidade é positiva na maioria dos casos — afinal, é possível pagar uma taxa menor ou conseguir um prazo melhor para pagamento.

Quem pode fazer a portabilidade?

Qualquer cliente, pessoa física ou jurídica, que tenha contrato em vigor em uma instituição financeira pertencente ao Sistema Financeiro do Nacional(SFN), pode solicitar a portabilidade.

No que diz respeito ao contrato de leasing, antes de transferir a dívida para outro banco deve ser observado o prazo mínimo estipulado no contrato.

Aposentados, pensionistas, funcionários públicos e trabalhadores também podem solicitar a portabilidade de empréstimo consignado, caso tenham interesse.

Como funciona?

Para requerer a portabilidade do empréstimo, você deve entrar em contato com a instituição com a qual está em dívida para solicitar o saldo devedor para pagamento antecipado. Nesse cálculo, você terá o valor da dívida com juros não pagos.

As instituições financeiras devem fornecer todos os dados em, no máximo, um dia útil. O documento deve conter algumas informações como:

  • número do contrato;
  • valor da dívida atualizado;
  • evolução do saldo devedor;
  • tipo de crédito;
  • taxa de juros ao ano (nominal e efetiva);
  • valor das parcelas;
  • prazo total restante.

Assim que tiver todos esses dados, você deve entrar em contato com a instituição financeira para a qual deseja transferir o empréstimo. Após a aprovação do crédito, a dívida será reembolsada pela nova instituição, que assume o novo empréstimo.

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Quais são as vantagens da portabilidade de empréstimo?

O principal benefício é o financeiro, com a redução das taxas de juros, mas há outras vantagens que também devem ser consideradas. Veja:

  • chance de mudar de instituição financeira, em caso de insatisfação;
  • diminuição do pagamento de juros muito altos;
  • operação gratuita sem possibilidade de venda casada;
  • possibilidade de transferência de empréstimo de qualquer valor;
  • entre outros.

Como você viu ao longo deste artigo, se você deseja reduzir as taxas de juros, ter prazos de pagamento mais flexíveis ou mesmo trocar de banco, a portabilidade de empréstimo pode ser uma boa escolha. Além disso, essa também é uma opção possível para a maioria dos tipos de empréstimos.

Gostou do artigo? Então entenda agora se contratar um empréstimo para renegociar dívidas vale a pena!

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7 formas para analisar a saúde financeira da sua empresa https://blog.capitalempreendedor.com.br/como-fazer-analise-financeira-de-uma-empresa/ Sun, 15 Mar 2026 11:38:09 +0000 https://blog.capitalempreendedor.com.br/como-fazer-analise-financeira-de-uma-empresa/

Vamos falar um pouco sobre análise de indicadores financeiros, já fez alguma vez?

Os indicadores de saúde financeira mais importantes são 7, entre eles:  o ticket médio, ponto de equilíbrio, margem de contribuição, lucratividade, margem operacional, faturamento e nível de endividamento.

Veja abaixo como sua empresa deve monitorar e saiba como calculá-los!

1. Ticket médio

Representa o valor médio de cada venda. Também pode ser calculado como o valor médio gasto por cliente.

Pode ajudar a empresa a saber quantas vendas ela precisa realizar para atingir as suas metas de faturamento.

Como calcular ticket médio?

Divida o volume total de faturamento pelo volume de vendas fechadas.

A fórmula fica assim: ticket médio = faturamento / vendas.

Caso queira calcular o ticket médio por cliente, a lógica é a mesma: faturamento / número de clientes.

2. Ponto de equilíbrio ou Break even

Também conhecido como break even ou ponto crítico de vendas. É o valor mínimo necessário de vendas para ficar no zero a zero, ou seja, cobrindo todos os custos e despesas da empresa para evitar prejuízo.

Quando o ponto de equilíbrio é cruzado com o ticket médio, é possível saber exatamente qual o número de transações que precisa acontecer para que o negócio não sofra prejuízo.

Como calcular ponto de equilíbrio ou Break even?

É necessário saber exatamente as despesas fixas, financeiras e a margem de contribuição.

A fórmula fica assim: ponto de equilíbrio = custos e despesas fixas / índice da margem de contribuição.

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3. Faturamento

Indica quanto está efetivamente sendo vendido. A partir do faturamento, o gestor pode comparar as metas estabelecidas com os resultados que foram de fato obtidos.

Além disso, a relação entre o faturamento e a margem de lucro permite avaliar o risco do negócio.

Como calcular o faturamento?

Some todas as receitas de vendas 🙂

4. Margem de contribuição

Quanto do valor de vendas restará depois de subtrair os custos e as despesas variáveis. Esse montante contribuirá para cobrir despesas e custos fixos, ainda gerando lucro. Ao conhecer a margem de contribuição, a empresa pode se planejar melhor para investir e expandir suas operações.

Como calcular a margem de contribuição?

Margem de contribuição = faturamento – (custos variáveis + despesas variáveis).

5. Lucratividade

Compara o lucro líquido ao faturamento total, apresentando o ganho que a empresa consegue gerar em cima do trabalho desenvolvido. A lucratividade é que determina se o negócio realmente justifica seu funcionamento, se tem gerando vendas suficientes para ter lucro.

Como calcular a lucratividade?

Lucratividade = (lucro líquido / faturamento) x 100.O lucro líquido corresponde ao valor faturado, menos os custos fixos, os custos variáveis e os impostos.

6. Margem operacional

É um bom indicador de eficiência. Na comparação entre 2 empresas que exercem a mesma atividade, aquela com maior margem operacional é a que apresenta melhores resultados para cada real vendido, o que significa custos operacionais reduzidos.

Como calcular a margem operacional ?

Margem operacional = (lucro operacional / vendas líquidas) x 100.

Nesse caso, as vendas líquidas é a receita da venda de serviços e produtos, descontados os abatimentos, as devoluções e os impostos. E o lucro operacional corresponde ao resultado do investimento feito nos ativos empresariais, incluindo o investimento em outras empresas, aplicações financeiras e receitas denominadas não operacionais.

7. Nível de endividamento

É um indicador de riscos que avalia o grau de comprometimento dos ativos com o passivo da empresa. No Brasil, o crédito é bastante caro. Sendo assim, é importante acompanhar esse índice para evitar gerar uma bola de neve, com a empresa pagando juros atrás de juros, sem sair do lugar.

Como calcular o nível de endividamento?

Nível de endividamento = (passivo / ativo) x 100.

O passivo de curto prazo são as dívidas que deverão ser quitadas em prazo inferior a um ano. Já o passivo de longo prazo engloba as dívidas que serão liquidadas após esse período.

A Capital Empreendedor é um Marketplace que acessa e compara a melhor taxa de juros nas linhas de crédito em BNDEs, Bancos, FIDCs, Fintechs.

A documentação é única em um só lugar. Contamos com profissionais qualificados para dar o melhor atendimento e tirar suas dúvidas.

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Como escolher a melhor plataforma de crédito do mercado? https://blog.capitalempreendedor.com.br/como-escolher-a-melhor-plataforma-de-credito-do-mercado/ Sat, 14 Mar 2026 10:50:15 +0000 https://blog.capitalempreendedor.com.br/como-escolher-a-melhor-plataforma-de-credito-do-mercado/ Com a evolução da tecnologia, surgiram soluções que tendem a proporcionar mais facilidade na hora de gerenciar a sua empresa e obter crédito para dar andamento aos seus planos de negócio. Nesse sentido, contar com uma boa plataforma de crédito ajuda a encontrar as melhores condições disponíveis para o seu empreendimento.

Porém, para aproveitar essa solução ao máximo, é preciso ter cuidado na escolha, observando diversos fatores que podem impactar a sua experiência no uso desse tipo de recurso.

Quer saber como escolher e usufruir de uma boa plataforma de crédito? Então, continue a leitura e confira este conteúdo agora mesmo!

Quais são os diferenciais de uma plataforma de crédito?

Contar com uma boa plataforma de crédito vai ajudar a sua empresa a obter capital para dar andamento aos projetos de maneira simplificada e com melhores condições. Isso porque elas oferecem diversos diferenciais, como:

  • agilidade no processo de aprovação — ao usar esse tipo de solução, é possível agilizar a análise de crédito, permitindo que você tire os planos do papel antes do esperado;
  • taxas competitivas e transparentes — com tal ferramenta, você consegue visualizar a oferta de condições financeiras favoráveis e tem fácil compreensão das taxas;
  • simplifica as análises — essa solução permite comparar uma variedade de opções de prazo e condições de pagamento, o que simplifica o seu planejamento;
  • tecnologia avançada — há a implementação de inovações tecnológicas, como blockchain, a fim de garantir segurança e transparência na hora de obter crédito;
  • experiência de uso — por fim, vale mencionar que uma boa plataforma de crédito vai oferecer uma ótima experiência na hora de obter recursos para a empresa.

Visando aproveitar cada um desses benefícios, é preciso escolher uma boa plataforma de crédito disponível no mercado.

Quais são as melhores dicas para escolher uma plataforma de crédito?

Agora que você já sabe quais são os diferenciais das plataformas de crédito, o próximo passo é compreender como escolher e utilizar esse tipo de recurso a fim de dar andamento aos planos da empresa. Por isso, listamos algumas dicas.

Entenda as taxas de juros

O primeiro passo na intenção de entender como escolher as plataformas de crédito é compreender como as taxas de juros funcionam. A partir desse conhecimento, é possível avaliar as diversas opções disponíveis no mercado.

Por exemplo, as plataformas permitem a você comparar opções de crédito que estão sendo fornecidas no mercado. Contudo, caso ela não seja pensada para oferecer uma boa experiência aos usuários, pode ser difícil entender as condições que são oferecidas.

Por isso, vale procurar entender as diferenças entre juros e custo efetivo total, além de buscar plataformas que permitem uma visualização fácil das informações. Assim, você não perde tempo e consegue crédito com boas condições.

Conheça os recursos

As plataformas de crédito oferecem uma variedade de recursos projetados para simplificar e agilizar o processo de obtenção de crédito pela sua empresa. Por exemplo, ao usar solicitações online, é possível acessar facilmente serviços de simulação de empréstimos.

Além disso, é permitido realizar ajustes nos termos e valores para uma compreensão mais clara das condições. A análise de crédito também tende a ser rápida, muitas vezes impulsionada por tecnologias utilizadas pela plataforma.

Desse modo, possibilita uma resposta ágil às solicitações e dá uma visão mais clara sobre as condições e os diferentes financiamentos disponíveis. Por isso, na hora de fazer a escolha, é preciso ter atenção ao que é oferecido.

Verifique o suporte

Outro fator que você deve avaliar durante a sua escolha é o suporte disponibilizado pela plataforma. Esse fator desempenha um papel crucial na sua satisfação e na resolução eficiente de dúvidas ou problemas.

Em geral, uma boa plataforma conta com diversos canais de atendimento, que simplificam a sua vida na hora de esclarecer pontos sobre o financiamento. Entre os mais comuns estão o chat online, o e-mail e o telefone.

Além disso, recursos educacionais, FAQs abrangentes e tutoriais são fornecidos para orientar os usuários, promovendo uma compreensão mais clara dos produtos e processos. Por isso, vale avaliar esses pontos na hora de selecionar a melhor plataforma.

Pesquise o histórico

Mais um ponto relevante que pode impactar significativamente a sua experiência é o histórico da empresa. Por exemplo, selecionar uma companhia sem credibilidade no mercado pode gerar problemas e dificuldades, atrasando o andamento dos seus projetos.

Por isso, é válido fazer uma pesquisa sobre a reputação da plataforma de crédito, observando o que os usuários que já recorreram a ela tem a dizer sobre o funcionamento e os recursos que ela oferece.

Esse passo pode ser efetuado por meio de conversas com outros empresários que já utilizaram a solução, avaliações em aplicativos e comentários no Google e nas redes sociais.

Por que escolher a Capital Empreendedor?

Contar com a Capital Empreendedor é uma ótima alternativa a fim de obter crédito de maneira acessível e dar andamento aos projetos da sua empresa. Isso porque, a partir da nossa solução, é possível comparar as taxas de juros e as condições de diversas ofertas de crédito, tendo uma visão clara na hora de fazer o planejamento adequado para a sua empresa.

Inclusive, é viável comparar as opções relacionadas ao Pronampe e ao BNDES. O uso da plataforma é bem simples, sendo preciso apenas seguir 3 passos que vão permitir encontrar o financiamento certo para o seu negócio.

As comparações são grátis e tendem a facilitar a sua vida na hora de gerenciar o empreendimento. Além disso, nossa equipe de suporte está sempre pronta para tirar as suas dúvidas e oferecer uma jornada excelente durante essa fase tão importante para a sua empresa.

Ao entender o que é uma plataforma de crédito e como escolher a melhor opção disponível no mercado, fica mais fácil tirar os planos do papel e manter a empresa com as finanças sustentáveis. Além disso, ao contar com a Capital Empreendedor, você pode comparar as ofertas de mais de 360 instituições de maneira simples e rápida.

Quer aproveitar os serviços da Capital Empreendedor? Então, acesse nosso site agora mesmo e faça suas comparações!

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Como calcular IOF sobre empréstimo empresarial? https://blog.capitalempreendedor.com.br/como-calcular-iof/ Sun, 08 Mar 2026 18:14:25 +0000 https://blog.capitalempreendedor.com.br/como-calcular-iof/

Neste artigo

Ao fazer um empréstimo, são descontadas algumas taxas e impostos do seu Custo Efetivo Total (CET). É importante conhecer essas taxas para saber se vale mesmo a pena pedir o crédito.

Ficou interessado no assunto? Continue a leitura para saber mais!

Quais as regras do IOF no empréstimo para empresas?

O Imposto sobre Operações Financeiras é uma tributação que visa controlar o mercado financeiro, além de gerir a prática do saque em poucos dias depois de feitas as aplicações.

É importante ter em mente que a tarifa financeira não reincide sobre juros, apenas sobre o valor bruto da operação. Além disso, o Imposto sobre Operações Financeiras-Crédito para pessoa jurídica é calculado sobre uma alíquota de 0,0041% por dia.

Além disso, ainda é cobrado um adicional de 0,38%.Também é necessário ficar atento ao fato de que o IOF precisa estar incluso no valor das parcelas atuais, sendo proibido o pagamento à parte, adiantado ou de parcelas que já foram pagas, o que configura em golpe.

IOF: Capital empreendedor
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Como calcular o IOF para pessoa jurídica e saber o seu custo efetivo total?

Para calcular o IOF é necessário, primeiramente, entender qual será a operação financeira realizada, pois o valor do imposto sofre variações.

No caso de investimentos, a tributação terá um valor diferenciado para o tempo em que o dinheiro será investido. No caso de um empréstimo, poderão ser feitos os seguintes cálculos.

IOF adicional: valor do empréstimo x 0,38% = valor do IOF

(cálculo com saldo devedor)Exemplo: 8.000.000 x 0,38%= R$ 30.400

Após isso, é preciso multiplicar a porcentagem de 0,0041% x pelos dias cobrados (amortização diária)Exemplo: R$ 8.000.00,00 x 29 x 0,0041% = R$ 9.512

O que mais deve ser levado em conta ao pedir um empréstimo como pessoa jurídica?

O primeiro passo antes de pedir um empréstimo é avaliar não apenas se o empreendimento realmente precisa desse dinheiro extra, mas se existem outras formas de adquirir essa quantia a juros menores.

Além disso, é importante sempre fazer simulações antes de ir ao banco, assim você saberá se a sua instituição conseguirá pagar as parcelas do empréstimo na data correta. Um erro comumente cometido por empreendedores, principalmente iniciantes, é de pedir empréstimos para a sua instituição como pessoa física.

Lembre-se que, ao fazer isso, seu crédito ficará comprometido até que a dívida seja totalmente quitada.

Quais são as porcentagens de IOF para cada tipo de operação?

Além dos empréstimos, outras operações também têm uma porcentagem diferenciada de IOF que precisa ser levada em conta. Confira, a seguir, algumas das mais populares:

  • câmbio (compra de moeda estrangeira) — 6,38% do valor;
  • seguro — entre 7,38% e 25%;
  • fundos e títulos imobiliários — 1,5% ao dia.

Assim, conhecendo as regras do IOF nos empréstimos para empresa, além de entender como fazer o cálculo do seu custo efetivo total, você conseguirá ter um controle financeiro melhor e saberá quando é a hora ideal para pedir crédito

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Entenda de uma vez como funciona cartão de crédito corporativo https://blog.capitalempreendedor.com.br/cartao-de-credito-corporativo/ Wed, 04 Mar 2026 12:01:56 +0000 https://blog.capitalempreendedor.com.br/cartao-de-credito-corporativo/

Neste artigo:

Por não saber como funciona o cartão de crédito corporativo, muitas pessoas usam para pagar contas pessoais, considerando como um “adiantamento” do lucro. Esse é um dos erros mais comuns que os empresários cometem, principalmente no início do negócio.

Misturar o capital de pessoa física com pessoa jurídica, além de ser motivo de ser penalizado em fiscalização, é prejudicial para o bom funcionamento da empresa e pode comprometer suas finanças.

Neste post, você vai entender o funcionamento do cartão, quais as vantagens para a sua empresa e como controlar os gastos corretamente. Confira!

Entenda como funciona o cartão de crédito corporativo

Similar ao cartão de crédito para pessoas físicas, o cartão para pessoas jurídicas é uma ferramenta relativamente nova que auxilia no controle financeiro. Pode ser utilizado por uma ou mais pessoas — de sócios a funcionários — para arcar com despesas necessárias da empresa.

O cartão está disponível na função crédito, débito ou, até mesmo, as duas juntas. Tudo isso fica expresso em contrato e varia de acordo com o banco escolhido e da avaliação da saúde financeira da sua empresa.

É recomendado utilizar a modalidade de débito apenas para despesas fixas ou emergências, deixando a função de crédito para outras atividades. Geralmente, os cartões corporativos têm limites maiores do que cartões para pessoa física, além de benefícios adicionais, como: prazo estendido para pagamento de fatura, taxas reduzidas e juros mais baixos.

Ele pode, ainda, ser classificado como individualizado ou centralizado. Enquanto no individualizado os cartões de crédito têm limites diferentes e as faturas chegam separadamente, no centralizado os limites são iguais e a fatura é uma só.

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Conheça as vantagens

Agora que você sabe como funciona o cartão de crédito corporativo, vamos mostrar as principais vantagens que ele oferece.

1. Estabelece segurança

O primeiro fator é a segurança que traz ao portador, uma vez que ele não vai precisa se expor ao movimentar uma quantia alta de dinheiro, prevenindo furtos e, consequentemente, evitando prejuízos à empresa.

2. Facilita o controle de despesas

Com todos os cartões em uma única fatura, controlar o fluxo de caixa se torna mais simples. Com base nos dados dos valores utilizados, é possível determinar estratégias e fazer projeções.Sem o uso do cartão, os funcionários têm de pagar o consumo, guardar o comprovante e só depois prestar contas com a empresa. Para facilitar o controle de despesas, evitar dívidas imprevistas, atrasos ou outras situações que poderiam prejudicar a imagem do funcionário e da empresa, é mais prático liberar o valor pré-estabelecido mensalmente no cartão de crédito de acordo com o planejamento financeiro.

3. Gera praticidade

É prático ter em mãos todos os dados pertinentes ao controle financeiro empresarial. A maioria dos cartões corporativos vem com um controle online. Então, além de ter dados como datas, locais e valores gastos na fatura do mês, é possível acompanhar o uso do cartão em tempo real.

4. É multifuncional

Essa ferramenta é utilizada de diversas formas e em várias situações. Entre as possibilidades de uso estão: despesas de viagens corporativas, premiação, alimentação de funcionários, participação em eventos, gasolina para serviços delivery, compra de material de reposição, pagamento de contas como água e luz, entre outros.

Saiba como controlar os gastos corretamente

Tal como qualquer ferramenta, é necessário ter cuidado e controle no seu uso. Para evitar gastos desnecessários, crie regras para o uso do cartão e estabeleça quem poderá utilizá-lo e para quê.

Não deixe de monitorar regularmente os gastos, assim pode identificar rapidamente despesas errôneas e não ficará surpreso com o valor da fatura ao final do mês. Também classifique cada transação para manter os dados organizados.

Você entendeu como funciona o cartão de crédito corporativo?

Viu como oferece vantagens em relação à segurança, facilidade, praticidade e multifunções? Além disso, é uma ótima forma de iniciar o relacionamento com uma instituição financeira.

A Capital Empreendedor pode auxiliar você nessa jornada, com a disponibilização de cartões de crédito para a sua empresa.

Pense nisso na hora de adquirir o seu! Que tal acompanhar outras dicas como esta? Curta a nossa página no Facebook e siga nosso LinkedIn.

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